Parece que foi a três dias que
recebi teu depoimento da viagem. Parece que foi anteontem que comecei a contar
os dias em um calendário qualquer e digo mais, tive a capacidade de usar um do
ano anterior. Não entenda errado, queria saber quanto tempo tinha com sua
presença. Parece que foi ontem, ontem mesmo que te conheci.
Sim, eu sei. Já te escrevi. Sim,
mas se prometo, cumpro. Prometi a mim mesma, um segundo adeus. Parece meio sem
sal, contudo meu coração martela fortemente. Serei mais do que um chavão
pendurado, serei levemente aleatória. Importas-te?
Gostaria de pedir-te paciência.
Gostaria de pedir-te que levasse sua alma leve. Esqueça-se de certos, lembre-se
dos certos. Leve consigo sabor, calor
e essência. Leve-te. Faça com que a experiência flua como a brisa da praia
gelada. Deixe ser levada.
Escreva. Relate. Descubra. Seja.
Viva. Amadureça e quem sabe, te decida: “Não sei se sou mulher feita, ou
menina, menina que tem forças para o povilho quebrar”.
Deixo-te claro no escuro que
acompanharei os passos. Sentirei falta dos abraços. Do som e das conversas. Relevo,
o tempo voa. “Tempo para nada, nada para o tempo. Este que corre contra a
velocidade de meu cavalo”. Sendo assim, concluímos: vejo-te logo em breve.
Saudades, Maria Exita. Saudades,
Duda. Saudades, Stefanie.
vaca. posto um comentário aqui pra todos verem que te amo
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