E então?
Como vão?
Estou mais uma vez a digitar freneticamente. Digitando. Digito sem saber onde vou chegar. Não faz diferença. Só saberemos quando chegarmos. E se chegarmos...
Gasto meu tempo, o qual escorre pelas minhas mãos. Minhas mãos estão frias, ansiosas. Não vejo novidade, nunca mais. Gasto meu tempo. Tempo meu. Tenho um tempo?
Não, não. Não há tempo. Se houvesse, se fosse meu.. Ah, mas que sonho! Mas que paraíso... Tempo, onde se encontra?
Enquanto gasto "meu" tempo procurando meu tempo, se é que existe sentido em minhas palavras oblíquas, fique. Fique. Me espere.
Pare o tempo. Pare.
Estou confusa. Sou confusa. Não há sentido, nem tempo e nada mais. Fim. Há, há sempre um fim.
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