Nunca me importei com os
estereótipos. Por que o faria? Como sempre o rótulo vencedor seria idealizado
pela mídia, pelos corruptos por trás da mesma. A imagem fora banalizada de uns
tempos para cá. Porém, apesar de ouvirmos reclamações, ninguém se impõe. Ninguém
usa a voz.
Antes que você comece a me
julgar como uma revolucionária fracassada, sejamos amigáveis e simpáticos e nos
apresentemos você, leitor e eu autora descontrolada. Muito prazer.
Serei pratica. Não pretendo
contar todos os detalhes de minha vida, até porque acho que eu seria
extremamente monótona. Ou não. Desde pequena minha mãe me dizia o quão único
todos somos.
Devemos sempre concordar com o
que nossa mãe nos diz. Mesmo que relutantemente. Elas acabam sempre tendo razão
no que falam. É incrível. Como elas têm esse poder? Convenhamos, se eu tivesse
essa experiência “maternal” sem precisar ser mãe, logicamente, eu seria para
todo o sempre feliz. Mas, infelizmente todos nós fomos, somos e seremos
castigados pelo famoso “eu te avisei”. Não adianta fugir.(...)
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