Bem vindos à patética vida de Grace. Não Grace Kelly ou Greiciellen (nada de faxineira, por favor... Mas também nada contra, sejamos abertos ao mundo de nomes e derivações), apenas Grace. Pergunto-me se o nome é para ser associado com a palavra "graça"... Reflitemos.
Até parece que meu nome peculiar e imprevisível falaria mais de mim, do que eu mesma. Apesar de ser original em certos pontos, sou nada mais nada menos que um iogurte a temperatura ambiente, como Margaret Walsh, no romance "Los Angeles". Marian Keyes - a escritora - foi perfeita na descrição da personagem. Enfim.
Sou batalhadora mas, nem tanto. Educada, porém teste minha paciência para ver... Decente e que leva uma vida transparente e agradável. Ao que se pode ver, eu pareço ter trinta e poucos anos, experiente e cheia de jogo de cintura, entretanto eu não tenho não.
Na verdade, acredito fielmente que minha alma fora envelhecida assim que nasci. Muito cômico. (...)
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