quinta-feira, 12 de julho de 2012

A história da menina frívola


Ela usava qualquer tipo de roupa que levasse um rótulo famoso. Desejava um mundo distante, uma realidade inexistente, livre de obstáculos, livre de empecilhos. Um lugar chamado utopia, uma utopia que infelizmente não pertence a ninguém. Somos humanos, não?
A música tocaria em sua vida para todo o sempre e nada está errado nisso, porém para todo o sempre a mesma batida? A batida incansável. Mudaria o espaço, as pessoas, a letra, mas, a batida seguiria sempre a mesma. Sempre e sempre. Tic-toc-toc-tic.
Grandes merdas! Realmente.
Dividida entre questões pessoais e decisões pessoais, ela deixou de lado muito. Jogou para os ares muito, muito daqueles que eram então sua base. Aqueles que a escutavam e tinham sentimentos por ela. Muito mais fácil levar a vida sem se preocupar com os outros, apenas reclamando e recebendo a atenção. Ai de quem não der atenção...
Canso-me facilmente.
Contradizendo-se. Refletindo toda a vida sobre muito, chegando a lugar nenhum. Tento controlar minha dó. Tento compreender essas coisas da vida. Cada um sabe dos seus problemas, mas não vou livrar-te de ter culpa no cartório, culpa no final do algo “sólido” que por “água abaixo” fora.
Palmas ao egoísmo! Olá mundo atual! Olá individualismo! Foi um enorme nojo lhes conhecer.

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